Fatura mais, sobra menos
Receita subindo e caixa apertando é sintoma de margem corroída por preço, custo ou prazo — e quase nunca por volume de vendas.
Trabalhamos com empresas de R$ 5 a R$ 100 milhões que cresceram mais rápido do que a estrutura aguentou. Quatro semanas para entender, doze para executar junto.
margem bruta
ciclo de caixa
giro de estoque
Receita subindo e caixa apertando é sintoma de margem corroída por preço, custo ou prazo — e quase nunca por volume de vendas.
Decisão que não desce trava a operação inteira. O gargalo não é falta de gente: é falta de alçada definida.
Número que chega no dia 20 do mês seguinte não é gestão, é história. Indicador só serve se cabe numa decisão desta semana.
Abertura de custo real por produto, linha e cliente. Quase sempre aparece um item que dá prejuízo e ninguém sabia.
Prazo de compra, prazo de venda e estoque parado. Onde o dinheiro fica preso entre o pedido e o recebimento.
Quem decide o quê, até quanto e com que informação. Organograma que existe na prática, não só no papel.
Um painel curto, atualizado toda semana, com o número que muda comportamento. O resto é ruído.
Levantamento de números reais, entrevistas com a equipe e mapeamento do que trava. Sem PowerPoint bonito: planilha aberta.
O que dá para arrumar sem projeto: preço errado, prazo mal negociado, compra em duplicidade. Costuma pagar a consultoria aqui.
Rotina de gestão, alçadas e painel semanal. A fase em que a melhora para de depender de nós estarmos na sala.
Acompanhamento mensal, com a equipe conduzindo. Se o número cai quando saímos, o trabalho não estava pronto.
projetos conduzidos desde 2012
semanas até o diagnóstico completo
ganho médio de margem no primeiro ano
dos clientes seguem com acompanhamento
Médias de carteira. Resultado depende de setor, base de partida e execução do time — e a gente diz isso na primeira reunião, não na última.
Uma semana dentro da operação, ouvindo quem executa antes de olhar planilha.
Custo, margem e caixa reconstruídos do zero, com a contabilidade conferida.
Cada ação tem responsável, prazo e impacto estimado. Nada fica em "a empresa deve".
Ficamos até a rotina girar sem nós. O sucesso é a sua equipe não precisar mais da gente.
"Descobrimos que a linha que a gente mais vendia era a que dava prejuízo. Mudamos o preço em três semanas e o ano fechou diferente."
Diretor industrialIndústria de plásticos · 240 funcionários
"O que ficou não foi o relatório. Foi a reunião de segunda-feira, que continua acontecendo dois anos depois."
Sócia-fundadoraDistribuidora · R$ 38 milhões/ano
"Eles disseram que metade do que a gente queria fazer podia esperar. Nunca tinha contratado alguém que recomendasse fazer menos."
CEORede de serviços · 12 unidades
O diagnóstico tem valor fechado, definido pelo porte da empresa e apresentado antes de começar. A fase de execução é mensal, com prazo determinado em contrato. Não trabalhamos com êxito sobre economia gerada, porque isso incentiva corte de curto prazo em vez de estrutura.
Não é o objetivo e raramente é a recomendação. O ganho costuma vir de preço, prazo, estoque e decisão — não de folha. Quando há redundância real, apontamos, mas a decisão é sempre da empresa.
As primeiras correções aparecem entre a quinta e a oitava semana, porque são ajustes que não dependem de projeto. O ganho estrutural leva de seis meses a um ano. Quem promete transformação em trinta dias está vendendo outra coisa.
Não. Trabalhamos dentro da rotina, com reuniões marcadas e uso pontual do tempo da equipe. A imersão inicial pede cerca de duas horas por gestor na primeira semana.
Trabalhamos melhor na faixa de R$ 5 a R$ 100 milhões de faturamento. Abaixo disso, o custo da consultoria costuma não se pagar, e a gente fala isso na primeira conversa em vez de tentar caber.
Uma reunião de uma hora, sem custo, para entender o problema e dizer com honestidade se conseguimos ajudar.
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